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Avatar II Aparelho De Ultrassom 3.3Mhz - KLD

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SKU.: KLD100020
Fabricante:

Com visual moderno e inovador, o Avatar II 3.3Mhz é um equipamento de ultrassom terapêutico destinado ao manuseio na área de estética, possuindo elevada potência de ultrassom, grande precisão de dose e temporização, podendo permanecer ligado e trabalhando ininterruptamente.

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Com visual moderno e inovador, o Avatar II 3.3Mhz é um equipamento de ultrassom terapêutico destinado ao manuseio na área de estética, possuindo elevada potência de ultrassom, grande precisão de dose e temporização, podendo permanecer ligado e trabalhando ininterruptamente. Para trazer mais praticidade para a rotina do profissional opera em modo contínuo e pulsado e possui protocolos pré-programados. Pode ser amplamente utilizado nos tratamentos de gordura localizada, celulite, pré e pós-operatório.

A Terapia Ultra-sônica é uma ferramenta que deverá ser utilizada como parte integrante de um programa de reabilitação. Por exemplo, aplica-se ultrassom antes de exercícios ou estiramentos musculares, pois seu ultrassom tem efeitos terapêuticos, permitindo que o tecido a ser estirado responda mais favoravelmente. Além dessas aplicações, o crescimento da área de Estética ampliou a utilização do ultrassom desempenhando papel importante na produção de lipólise em tecidos adiposos, com fundamentação, bem como aplicação direta nos pós- operatórios de intervenções da cirurgia plástica.

DIFERENCIAIS

  • Ultrassom contínuo e pulsado microprocessado, cabeçote 3MHz, com intensidades máximas de 2W/cm² no modo contínuo e 3W/cm² no modo pulsado, possibilidade de ajustar a frequência no modo pulsado em 16/32/48/64/96 Hz com opções independentes do ciclo-ativo em 5/10/15/20 por cento.
  • Cabeçote Transdutor com área de emissão (ERA) de 5cm², feixe colimado, ergonômico e pesando apenas 130 gramas.
  • Programação dos parâmetros e operação em forma de menu facilmente acessados via teclado e visualizado em display de cristal líquido com iluminação verde.
  • Memória com 24 indicações de tratamentos pré-programadas e área para salvar 10 protocolos próprios.
  • Gabinete metálico com pintura eletrostática e suporte para o cabeçote Transdutor.
  • Sistema de acoplamento sônico com indicação visual, sonora e desligamento da emissão.
  • Cálculo automático e correção da dose de saída, levando em consideração a atenuação nos tecidos anteriores ao tecido alvo.

INDICAÇÕES

  • Pós operatório;
  • Edemas;
  • Hematomas;
  • Fonoforese;
  • Gordura localizada.
  • Celulite.
  • Pós e pré operatório.

CONTRAINDICAÇÕES

  • Tumores Malígnos
  • Cérebro ou Área Bulbar
  • Gestantes
  • Testículos
  • Área Pós-Operatória
  • Infecções e Tromboflebites Agudas
  • Área Pré-Cordial
  • Áreas de Sensibilidade Alterada
  • Globo Ocular
  • Áreas de Circulação Inadequada
  • Marca-passos
  • Ósteo-sinteses plásticas

DADOS TÉCNICOS

  • Registro na Anvisa: 10245230007
  • Voltagem: Bivolt
  • Dimensão Equipamento: 26 x 35x 13 cm (LxPxA)
  • Peso: 2,5 Kg
  • Frequência: 3.3Mhz
  • Protocolos prontos;
  • Modo pulsado e contínuo;
  • Ciclo ativo de 5 a 30 por cento;
  • Potência de 15W;
  • Embalagem Equipamento:35cm x 26cm x 13cm
  • Peso Embalagem: 6,1 Kg

ITENS INCLUSOS

  • 01 Tubo de Gel
  • 01 Conversor de Alimentação
  • 01 Cabeçote Aplicador 1MHz
  • 01 Cabo de Força
  • 01 Termo de Garantia
  • 01 Manual de operação
  • 01 CD Avatar II

DÚVIDAS FREQUENTES

  • Devo utilizar o ultrassom pulsado ou contínuo? A escolha vai depender do objetivo do seu tratamento e estado fisiopatológico do seu paciente. O modo contínuo eleva mais efetivamente a temperatura do tecido. Os modos pulsados, que possuem ciclo de trabalho de 5, 10, 15, 20, 25 e 30 por cento diminuem os efeitos térmicos. Ambos, contínuo e pulsado, podem produzir efeitos não térmicos. Os efeitos não térmicos do ultrassom incluem a estimulação da regeneração dos tecidos moles e restauração óssea, aumento do fluxo sanguíneo e mudanças no metabolismo das células e promovem o alívio da dor. Observa-se que o modo contínuo aumenta a extensibilidade em estruturas ricas em colágeno, aumento na mobilidade articular, diminuição do espasmo e da dor, aumento do fluxo sanguíneo e da velocidade de condução nervosa produzindo ainda reações inflamatórias medianas (liberações histamínicas).

  • Como devo selecionar a intensidade mais apropriada de ultrassom para o tratamento? Isto dependerá do estado do tecido (por exemplo- contraturas, lesões profundas), o tipo e a profundidade do tecido que se deseja alcançar, o modo de aplicação do ultrassom (pulsado ou contínuo) e a frequência. Para o tratamento na fase inflamatória, os efeitos não térmicos e pequenas dosagens podem produzir respostas favoráveis das células; entretanto o ultrassom em modo contínuo com intensidades maiores que 2W/cm2 podem realmente retardar o processo de restauração. Para diminuir os efeitos térmicos, ultrassom em modo pulsado com intensidades menores que 1.0 W/cm2 também poderá ser utilizado. Intensidades maiores de ultrassom em modo contínuo (1.5-2.5 W/cm2) poderão ser necessárias, quando o tecido que se deseja atingir for de localização profunda ou ainda quando existirem tecidos contraídos. Quanto maior for a frequência de ultrassom, maior será a atenuação e a absorção de energia em estruturas superficiais, isto é, 1 a 2cm abaixo da superfície da pele. A frequência de 1 MHz deverá ser utilizada para tratar tecidos localizados em profundidades de 3 a 5 cm e 3MHz para estruturas superficiais.

  • Com o aumento da intensidade pode-se compensar a diminuição do tempo de aplicação? O aumento da intensidade não pode compensar a diminuição do tempo de tratamento pois os efeitos produzidos pelas duas variáveis diferem. O aumento da intensidade pode elevar excessivamente a temperatura do tecido e, portanto não é desejado.

  • Quando estivermos utilizando o ultrassom para introduzir medicamentos (fonoforese), deveremos utilizar o modo contínuo ou pulsado? A fonoforese torna-se mais fácil com aplicação de efeitos não térmicos (ondas pulsadas). Mudanças na permeabilidade dos tecidos facilitam a penetração dos medicamentos através da pele. O ultrassom em modo contínuo ou pulsado com a mesma intensidade média possuem essencialmente o mesmo efeito de transporte ativo de íons através das membranas biológicas, sobre a permeabilidade e sobre mecanismos de difusão através das membranas. Devido aos efeitos térmicos, ondas contínuas induzem uma pequena reação pró-inflamação. Se o objetivo do tratamento é diminuir a inflamação através de aplicação de hidrocortizona, deve-se dar preferência ao modo pulsado.

  • Qual a diferença clínica entre 1.0 e 3.0 MHz? O ultrassom de 1.0 MHz é utilizado em estruturas mais profundas (músculos, tendões, bursas), pois ele é pouco absorvido em estruturas superficiais e em tecido adiposo. Ao contrário, 3.0 MHz deverá ser utilizado em estruturas superficiais, tanto com cotovelos, pois a energia é absorvida nos tecidos que estiverem entre 1 e 2 cm abaixo da superfície da pele, evitando o rebote do periósteo. Ultrassom de 3MHz é utilizado também com fins estéticos.

  • O que significa E.R.A? Área de Radiação Efetiva do cabeçote, o que significa que a área da superfície do cabeçote pode não corresponder à área de emissão de ondas e o cálculo da dose para ser real precisa considerar o tamanho da área de emissão. Áreas de emissão próximas ao tamanho do cabeçote necessitam de tempos menores que áreas efetivas de tamanhos menores que a do cabeçote. Verifique no manual do equipamento, qual a ERA do seu aplicador.

  • O que é atenuação e por que ela ocorre? O ultrassom sofre alterações à medida que atravessa um meio, o que causa atenuação de sua intensidade durante este trajeto. Parte desta atenuação é utilizada pela conversão de energia em calor por absorção e o restante, pela reflexão e refração do feixe.

  • Por que os movimentos do ultrassom devem ser lentos e contínuos? Devido a não uniformidade do feixe de ultrassom, o cabeçote não deve ficar parado sobre um mesmo local. Também não deve ser movimentado muito rápido, pois não haveria tempo do tecido entrar em ressonância. O melhor procedimento é o movimento circular-deslocado, numa velocidade de 1 a 2 cm/segundo.

  • É necessário calibrar o ultrassom frequentemente? Sim, recomenda-se uma aferição a cada 18 meses ou toda vez que o cabeçote cair no chão, apresentar trincas, ou algum tipo de ruído. Só assim poderá ser realizada uma terapia eficaz com doses realmente confiáveis.

  • Qual o tempo de aplicação do Ultrassom? Para calcular o tempo de aplicação do Ultrassom deve-se utilizar o seguinte cálculo.

Tempo = área de tratamento ( em cm²).
ERA (verificar no manual do equipamento).
Sendo que o tempo total de aplicação não pode exceder os 15 minutos por região com o transdutor de 1MHz e 20 minutos por região com o transdutor de 3MHz.

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